A actividade de investimento não esmorece...




Apesar dos efeitos (aparentemente temporários) da pandemia de Covid-19 no imobiliário, a vontade investidora e o interesse em desenvolver novos projectos, parece não ter decrescido junto dos maiores investidores e dos fundos de investimento, entre outros.


Como notícia o Jornal de Negócios reportando ao inquérito realizado pela consultora Cushman & Wakefield em Maio deste ano, as intenções de investir mantêm-se, mesmo havendo algumas "afinações" nas estratégias ou nos produtos mais apetecidos.


Aparentemente, nomeadamente os investidores estrangeiros (e também os nacionais) estiveram fora do terreno mas só fisicamente.

Portugal permanece um espaço apetecível para o investimento, surgindo um número crescente de interessados também no investimento destinado à classe média.

O único decréscimo aparente parece ser o relacionado com a hotelaria e retalho, onde há um menor interesse no investimento (no actual contexto).


Este crescimento, a confirmar-se, irá proporcionar um crescimento do stock de habitação disponível.

Isto apesar de neste momento, de acordo com o indiciado pelo estudo da consultora, a expectativa é de regresso aos níveis de investimento e de preços pré pandemia no período máximo de dezoito meses.


Será que o imobiliário, e todas as actividades que decorrem ao seu redor, vai acabar por se apresentar como um dos sectores menos atingidos pelo Covid-19?


Investment activity does not wane ...


Despite the (seemingly temporary) effects of the Covid-19 pandemic on real estate, the willingness to invest and the interest in developing new projects does not seem to have decreased with the largest investors and investment funds, among others.


As news from Jornal de Negócios reporting on the survey carried out by the consultant Cushman & Wakefield in May this year, the intentions to invest remain, even though there are some "adjustments" in the strategies or in the most desirable products.


Apparently, in particular, foreign investors (and also national ones) were off the ground but only physically.

Portugal remains a desirable space for investment, with a growing number of people also interested in investment aimed at the middle class.

The only apparent decrease seems to be related to hotels and retail, where there is less interest in investment (in the current context).


This growth, if confirmed, will provide an increase in the available housing stock.

This despite this moment, according to what was indicated by the consultant's study, the expectation is to return to pre-pandemic investment and price levels in the maximum period of eighteen months.


Will real estate, and all the activities that take place around it, end up presenting itself as one of the sectors least affected by Covid-19?

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