A tendência continua - preços irredutíveis, investimentos crescentes

Em continuação das nossas últimas publicações, os movimentos do mercado tanto no que se refere à compra como ao arrendamento mantêm a sua tendência.


Os dados dos primeiros trimestres de acordo com o publicado no jornal Expresso e tendo por fonte os dados da Confidencial Imobiliário, indicam uma variação negativa residual de -0,2% nos valores de venda de imóveis em Portugal.


A reacção às condicionantes do mercado tem sido lenta, e a expectativa permanece na sua evolução após o período de verão e a evolução da pandemia na Europa (principal mercado de origem de investidores) e no mundo (nomeadamente na sua relação com o turismo).


No que se refere ao lado dos consumidores, e com as alterações nos seus desejos em termos dos espaços e condições que procuram, os seus investimentos prosseguem, mesmo que mais lentamente (também condicionados pelas formas de actuação em tempos de pandemia) prosseguem, particularmente em alguns mercados e segmentos.

Para este facto tem também ajudado o facto de as condições de aquisição de empréstimo têm estado benéficas para os investimentos.


Em termos de valor se aquisição assistimos mesmo a um crescimento dos valores de aquisição em algumas regiões do país, se bem que esta tendência não é linear através do território, em termos homólogos.


Rendas


As rendas por seu lado continuam a apresentar alguns sinais de "quebra" do seu ciclo, mas também aqui as variações permanecem lentas e permaneça a expectativa relativamente ao segundo semestre do ano e a evolução da situação dos mercados e junto das famílias.


Este é também um segmento que requer alguma análise, nomeadamente dado existirem algumas alterações de comportamento por parte dos consumidores, assim como tendências que se vêem acentuando.

Da mesma forma, estas alterações podem estar condicionadas por outras circunstâncias, como por exemplo a evolução da pandemia, as necessidades de confinamento, a evolução do turismo, assim como das actividades lectivas, nomeadamente as que se relacionam com o ensino superior e a movimentação dos estudantes para os estabelecimentos.


Algo semelhante ao que está a ter lugar nos Estados Unidos, com estabelecimentos a entrarem já em aulas de forma remota, poderá ter um impacto relevante neste segmento.

Nomeadamente com um aumento da transição desses espaços para outros segmentos da população e para um arrendamento de longo prazo e a famílias, por exemplo.


https://expresso.pt/economia/2020-08-15-Imobiliario.-Apesar-da-crise-os-precos-nao-descem

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