O que o cliente procura começa a mudar.



Os comportamentos têm sempre o potencial de evoluir e mudar. Faz parte da natureza humana e de um processo evolutivo permanente (foi assim que chegamos aqui, certo?).


Todos os anos temos uma "perspectiva" de tendências que vão ganhando forma, seja com as alterações entre as gerações de consumidores que se encontram no mercado, ou por variações provocadas pelos vários acontecimentos (políticos, económicos, sociais, ambientais...), como é exemplo a entrada de "novos clientes" de que são exemplo os cidadãos estrangeiros (estes, por exemplo, como consequência das estratégias do Estado de atrair investimento estrangeiro), e que vão alterando a nossa forma de agir e coexistir.


Mas pela primeira vez (pelo menos num século) os comportamentos mudaram por um motivo que ninguém antecipava (ou por algo que ninguém queria que chegasse, mesmo que fosse expectável que um dia acontecesse).


Algo a que os economistas apelidam de "Cisne Negro", e sobre o qual já tivemos oportunidade de falar aqui no nosso blog.


Também já anteriormente abordamos temas relacionados com a evolução social, ou as preferências geracionais, particularmente no que diz respeito à habitação.

E esta evolução que também se enquadra nesse espaço.


A pandemia do SARS-Cov19 veio trazer um despertar brusco relativamente a muitas questões associadas à habitação. Não só em Portugal, mas um pouco por todo o mundo.


E para aqueles que pensavam que as alterações se estavam a dar unicamente no sector do turismo e do retalho on-line, desenganem-se porque muitas destas alterações vão mais fundo e estão mais próximas do que muitos poderiam supor.


Já há um grande número de publicações que abordam a temática. Mas mais relevante, alguns estudos tendo por base recolha de informação realizada no decurso do período de confinamento, tanto em Portugal como no resto da Europa.


Por cá a Revista Visão foi uma das publicações que abordou a temática num artigo onde percorre muitos destes aspectos e factores relevantes.


O cliente imobiliário, ou pelo menos uma parte, a este nível começou a integrar mais algumas opções no que diz respeito à selecção/aquisição da sua nova habitação.


Alguns exemplos?


Há quem já procure por uma casa fora da cidade, seja para habitação permanente (quando as profissões continuam a permitir o tele-trabalho) como para habitação de "confinamento", tanto para situações futuras como para períodos de férias em segurança (isolamento).

Aqueles que permanecem nas cidades, seja por necessidade ou opção, os espaços começam a ter de preencher outros requisitos. Por exemplo, a inclusão de um espaço para a realização do tele-trabalho (uma das questões mais destacadas no período de confinamento devido aos espaços de reduzidas dimensões ou que não estavam preparados para esta realidade) ou com algum tipo de espaços exteriores (sejam estes generosas varandas, pátios, jardins ou terraços - sair das "quatro paredes").


Começa-se a considerar a necessidade de reconverter alguns dos espaços em determinados tipos de edifícios de modo a proporcionar a existência de áreas comuns que sirvam outros propósitos em períodos como o que estamos a atravessar.

Entre esse tipo de espaços temos áreas de lazer, as áreas de trabalho, espaços ao ar livre, etc.

Estas soluções são particularmente atractivas em edifícios onde as tipologias são mais reduzidas e os seus habitantes possuem um estilo de vida mais orientado para a partilha e a interacção.


Mais soluções e optimizações continuam a surgir, e com o evoluir da situação e das necessidades vão sendo incorporadas nos critérios de selecção e requisitos dos novos espaços de habitação.

O que quer dizer que a análise e definição de todos os projectos, estejam em curso ou em preparação para o período a que alguns chamam de "novo normal", passa cada vez mais pelo conhecimento dos seus públicos, das suas necessidades, desejos e ansiedades, de modo a que a estratégia de abordagem destes públicos possa garantir o seu interesse pelas soluções. Apesar de o mercado ainda não ter reagido negativamente, haverá um grupo que a curto prazo vai realizar uma análise mais criteriosa nos seus processos de selecção, ou irá abandonar o seu produto.


(Se desejar conhecer ou saber mais sobre este tópico e as suas variáveis, contacte-nos e estaremos disponíveis para desenvolver uma solução que vá ao encontro das necessidades do seu mercado alvo e dos seus projectos.)



Na IMOBINTEL fazemos diagnósticos e planos estratégicos para empresas.

Lançamos campanhas de comunicação de marca e de empreendimentos/projetos. Mantemos um observatório permanente sobre o setor imobiliário e antecipamos as tendências que o impactam.

Produzimos estudos sectoriais de suporte à decisão de investimento dos nossos clientes (agências, investidores, promotores, construtores, etc.). Não comercializamos imóveis, não somos comissionistas. O produto do nosso trabalho é absolutamente independente e isento. O nosso objetivo único é o sucesso das organizações, dos seus negócios e projetos de investimento.


Este trabalho não tem a pretensão de produzir uma resposta única e exaustiva aos temas abordados. Estes são complexos, vastos e com desenvolvimentos imprevisíveis. A nossa intenção é ajudar os nossos leitores, clientes e amigos, construindo cenários que pensamos possíveis para o futuro da envolvente das organizações, negócios e investimentos. Preocupámo-nos em fundamentar as nossas observações com informação disponível (e atualizada ao momento da investigação) dando a possibilidade a cada leitor de a analisar e avaliar a probabilidade de ocorrência de cada cenário apresentado (e, eventualmente, chegar a cenários diferentes!).


What the customer seeks begins to change.


Behaviors always have the potential to evolve and change. It is part of human nature and a permanent evolutionary process (that's how we got here, right?).


Every year we have a "perspective" of trends that are taking shape, either with changes between generations of consumers on the market, or with variations caused by various events (political, economic, social, environmental ...), as is the example of the entry of "new clients" of which foreign citizens are an example (these, for example, as a result of the State's strategies to attract foreign investment), and which are changing the way we act and coexist.


But for the first time (at least in a century) behaviors changed for a reason that no one anticipated (or for something that no one wanted to arrive, even if it was expected to happen one day).


Something that economists call the "Black Swan", and which we already had the opportunity to talk about here on our blog.


We have also previously addressed topics related to social evolution, or generational preferences, particularly with regard to housing.

It is this evolution that also fits in that space.


The SARS-Cov19 pandemic has brought a sudden awakening to many housing-related issues. Not only in Portugal, but all over the world.


And for those who thought that the changes were taking place only in the online tourism and retail sector, be discouraged because many of these changes go deeper and are closer than many might suppose.


There are already a large number of publications that address the theme. But more relevantly, some studies based on the collection of information carried out during the confinement period, both in Portugal and in the rest of Europe.


Around here, Visão Magazine was one of the publications that addressed the theme in an article where it covers many of these aspects and relevant factors.


The real estate customer, or at least a part, at this level has started to integrate some more options with regard to the selection / acquisition of their new home.


Some examples?


There are those who already look for a house outside the city, either for permanent housing (when professions continue to allow tele-work) or for "confinement" housing, both for future situations and for safe vacation periods (isolation).


Those who remain in cities, whether by necessity or option, the spaces begin to have to fulfill other requirements. For example, the inclusion of a space for tele-work (one of the most prominent issues in the period of confinement due to small spaces or which were not prepared for this reality) or with some type of outdoor space (be it generous balconies, patios, gardens or terraces - leave the "four walls").


We begin to consider the need to reconvert some of the spaces in certain types of buildings in order to provide the existence of common areas that serve other purposes in periods like the one we are going through.

Among these types of spaces we have leisure areas, work areas, outdoor spaces, etc.

These solutions are particularly attractive in buildings where typologies are smaller and its inhabitants have a lifestyle more oriented towards sharing and interaction.


More solutions and optimizations continue to emerge, and as the situation and needs evolve, they are incorporated into the selection criteria and requirements for new housing spaces.

Which means that the analysis and definition of all projects, whether in progress or in preparation for the period that some call the "new normal", increasingly passes through the knowledge of its audiences, their needs, desires and anxieties , so that the strategy of approaching these audiences can guarantee their interest in the solutions.

Although the market has not yet reacted negatively, there will be a group that in the short term will carry out a more careful analysis in its selection processes, or will abandon its product.


(If you want to know or know more about this topic and its variables, contact us and we will be available to develop a solution that meets the needs of your target market and your projects.)


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